Em um dia aparentemente aleatório de 1997, Bill Armstrong girou o ajuste de foco de sua câmera até o infinito e capturou uma imagem. Naquela época, ele já trabalhava como fotógrafo há mais de 20 anos, criando colagens com cartazes rasgados que recolhia nas ruas. Essa nova fotografia, no entanto, era diferente de tudo que ele já havia criado antes — era borrada, nebulosa, uma abstração quase pictórica do seu tema.

Naquele momento, ele decidiu abandonar as convenções fotográficas que antes seguia. “Eu vinha seguindo as regras da fotografia objetiva há anos: sem cortes, sem manipulação, apenas as coisas como são”, revelou Armstrong. “Manipular aquela imagem desfocando não se encaixava mais na minha definição de fotografia direta.” Então começa uma nova e mais de que inspiradora fase de sua carreira. Vale conferir aqui mais coisas do artista.

