Se você ainda não assistiu ao show do intervalo do Super Bowl de Bad Bunny, chegou a hora de “tirar esse atraso” e entender melhor o motivo de tanto barulho nas redes. Além do talento musical, o show foi uma aula magistral de cenografia. Um projeto construído, apresentado e desmontado em apenas 25 minutos, que apresentou uma declaração de amor à cultura latina.

Desde o labirinto de cana-de-açúcar (alguns pés interpretados por pessoas reais, permitindo maior agilidade) até a casinha rosa e as cadeiras monobloco brancas (vistas na capa do seu álbum vencedor do Grammy), uma enorme equipe trabalhou na produção, liderada pela diretora criativa Harriet Cuddeford, a produtora Yellow Studio, a designer de produção Tribe Inc. e o diretor Hamish Hamilton. Apesar da qualidade de shows anteriores (como o show de Kendrick em 2025), este elevou o padrão.

A apresentação de Bad Bunny no Super Bowl exigiu 9.852 efeitos pirotécnicos teatrais, quase 400 figurantes fantasiados e muita criatividade. E sim, aquele era um casal de verdade no casamento. A cada edição, em seus quase 60 anos de história, produzir o show do intervalo do Super Bowl fica mais difícil. Às vezes, a logística se complica por preocupações com a proteção do gramado. Em outras ocasiões, algum aspecto do show vaza online, como aconteceu no ano passado antes da apresentação de Kendrick Lamar.

Na preparação para a apresentação de Bad Bunny, muita gente se perguntava se a possível presença de agentes da Imigração e Alfândega (ICE) no Big Game seria o maior obstáculo para o Rei do Latin Trap. Para a felicidade da equipe do artista e da organização do evento, tudo correu muito bem e resultou em um “assunto” que repercutiu muito mais do que o próprio jogo pelas redes. Conheça mais aqui sobre os bastidores e a apresentação completa abaixo.



