O artista Nick Doyle cria colagens em jeans que simbolizam o espírito do Oeste americano. Em sua exposição individual intitulada “Collective Hallucinations” (Alucinações Coletivas), Doyle explora as mitologias inerentes ao tecido, sua representação da cultura americana e suas associações com roupas de trabalho e com a masculinidade.

E desenvolve os trabalhos, em parte, criando colagens de óculos de sol de aviador, cactos do deserto e paisagens montanhosas. Eles remetem ao passado, mas com a adição de inteligência artificial, ele também se volta para o futuro. O jeans do artista compõe grande parte do trabalho em “Alucinações Coletivas”, em exibição na galeria Perrotin, em Nova York.

Navegando entre o passado e o presente, duas de suas obras de destaque incluem uma releitura de fotografias de Ansel Adams, o célebre fotógrafo de paisagens que documentou a beleza tranquila das paisagens americanas. Doyle recriou partes das imagens com uma reviravolta. Uma delas é visível apenas através de uma parede de tijolos, enquanto uma cerca de arame farpado obscurece parcialmente a outra. A mensagem é: olhe, mas nunca toque.

Em contraste com as criações artesanais de Doyle, sua incursão na IA é um dos pontos centrais da exposição intitulada Mirror, Mirror. A instalação é uma estrutura na qual você entra, cuja fachada externa lembra algo que você veria em um centro comercial. Em sua vitrine, uma placa diz “Leituras Psíquicas por US$ 10”. Uma vez lá dentro, você é recebido por Ava, um avatar de IA descrito como uma “oráculo diva com um toque especial”. Conheça aqui mais sobre seu trabalho.