A primeira coisa que os visitantes encontram ao entrar no MAXXI – Museu Nacional de Arte do Século XXI, projetado por Zaha Hadid, é um jardim de sinalização e vegetação, luzes de cultivo brilhantes, sofás circulares feitos para descanso coletivo e plantas comestíveis que se espalham por estruturas metálicas.

 

Com a exibição con-vivere, o estúdio TAKK, com escritórios em Barcelona e Nova York, transforma o hall de entrada da instituição romana em uma paisagem onde a arquitetura se torna um instrumento para a coexistência. Apresentada como o segundo capítulo de ENTRATE, o programa de longo prazo com curadoria de Martina Muzi para o Departamento de Arquitetura e Design do MAXXI, a instalação funciona como uma condição ambiental.

Con-vivere, do TAKK, enquadra a ecologia como algo relacional e corporal e propõe uma estratégia espacial baseada no cuidado, na reciprocidade e na interdependência. Formas circulares substituem geometrias rígidas, luminárias de estufa nutrem a vegetação e os corpos humanos, e espécies aromáticas difundem aromas por espaços projetados para a lentidão e a atenção. Conheça aqui mais sobre a mostra.