Os fotógrafos da vida selvagem estão registrando como as criaturas sobrevivem em um mundo em transformação. Suas imagens contam uma história, seja sobre o reino animal como um todo ou a história única de uma espécie específica. O concurso The Wildlife Photographer of the Year apresenta o melhor desse tipo de trabalho, deixando todos impressionados, mais informados e motivados a ajudar a proteger o mundo onde humanos e animais coexistem.

Agora em seu 61º ano, o renomado concurso apresenta uma prévia dos finalistas de 2025, dentre 100 trabalhos altamente qualificados. Todos serão exibidos em uma exposição no Museu de História Natural de Londres, em 17 de outubro de 2025. O prêmio Fotógrafo da Vida Selvagem do Ano é desenvolvido e produzido pelo Museu de História Natural de Londres, e o concurso deste ano é o maior até agora.

Juízes especialistas selecionaram seus favoritos entre um recorde de 60.636 inscrições e avaliaram o conjunto com base em criatividade, originalidade e habilidades técnicas em fotografia da vida selvagem, produção cinematográfica, conservação e ciência. As imagens escolhidas mostram facetas do mundo animal, desde confrontos tensos até momentos em que o ambiente humano e as criaturas colidem. A fotógrafa Gabriella Comi, por exemplo, esteve na Tanzânia e testemunhou um confronto dramático entre um leão e uma cobra.

Ela fotografou as duas criaturas selvagens, capturando a tensão do momento. Na Costa Rica, Emmanuel Tardy avistou uma preguiça agarrada a um poste de cerca de arame farpado logo após ter atravessado a rua. Com um habitat fragmentado, as preguiças precisam percorrer cada vez mais distâncias maiores para alcançar a segurança de uma árvore próxima. Muito pode ser aprendido com essas duas imagens, e há muito mais a ser apreciado por todos os finalistas. Conheça aqui mais sobre o concurso.